sexta-feira, 23 de julho de 2010

Gaita de boca ou harmônica

Desde o início deste ano comecei a me dedicar a um novo instrumento: a gaita de boca ou harmônica. Este link sobre o assunto é interessante.

Os dois tipos de harmônicas mais utilizados são a diatônica (muito usada no blues) e cromática, e atualmente estou mais dedicado à diatônica, no futuro, quem sabe, me dedicarei à cromática.Foi muito interessante o primeiro contato, pois pensei: "poxa, a gaita diatônica tem todas as notas da escala, dependendo da tonalidade que você usa, que fácil!" Ledo engano... Pensa que é fácil colocar a boca naquele orifício minúsculo para que saia apenas a nota que você quer? E pensa que é só soprar?

Nada disso, apesar da gaita ser o instrumento em si, praticamente todo o seu corpo está envolvido na formação da(s) nota(s) desejada(s). Dependendo da forma que a sua língua está dentro da sua boca você nem consegue fazer a nota soar, ou sabendo usar sua boca, você pode soar uma nota próxima à original (o chamado bend da gaita, que aprendi agora na última aula). Você não precisa forçar o ar como se estivesse enchendo um balão, e o ar tem que passar pela garganta, seja inspirando ou expirando. E isso tudo tem que ser na base do feeling, porque você não está vendo como fazer isso.


Atualmente tenho 3 gaitas diatônicas: uma em dó maior, outra em ré maior e outra em lá maior. As gaitas em dó e ré são o modelo "Vintage Harp 1923" da Hering, que me agrada bastante, um timbre brilhante e bem vivo. A gaita em lá é o modelo "Free Blues", também da Hering, mais indicada para iniciantes.

Temos duas fabricantes de gaitas no Brasil ambas muito boas: a Hering e a Bends. Para minha felicidade, a Hering tem a fábrica aqui em Blumenau, incluindo oficina, então caso algo aconteça com a gaita (sim, a gaita é bastante sensível!) posso levar para retificar lá na fábrica.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Isabel da Silva Cardoso

Essa coisinha linda que vocês estão vendo abaixo é alguém que está programada para vir na primeira quinzena de setembro (um pouco antes, um pouco depois, quem sabe a data correta é ela mesma).

A Belzinha é uma fonte de alegria para os papais que já estão bem bobos antes dela nascer.

Bebel, papai já está te curtindo muito na barriga e vai curtir mais ainda quando você vier ao mundo. Te amo, gatinha!
















Aqui a menininha tá de perfil com a mãozinha perto do rosto.















Aqui parece que a mãozinha tá na boca, ou perto. Parece até que está chupando o dedo.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Fluminense Football Club, 108 anos

Hoje, dia 21 de julho, o Fluminense Football Club completa 108 anos de existência.

É uma história repleta de alegrias, sofrimento, tristezas, triunfos, mas o que fica são as três cores que traduzem tradição.

Parabéns, Fluminense, contra tudo e contra todos, inclusive dentro do próprio clube. A chama ainda continua viva e flamejante. A imagem abaixo é cortesia do meu amigo tricolor que mora em Portugal, Roberto Silveira de Souza.


quinta-feira, 18 de março de 2010

RIP Alex Chilton

Ontem faleceu Alex Chilton, um dos cérebros por trás da grande banda Big Star.


Lembro quando ouvi o "#1 Record" pela primeira vez, não foi amor à primeira vista, mas com o tempo foi me agradando. Hoje considero "#1 Record" e "Radio City" obras primas do power pop.

Obrigado por tudo, Sr. Chilton!

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Paradoxo...

Estava eu agora há pouco, no horário do almoço, vendo na TV uma entrevista com o diretor da Defesa Civil estadual de SC, major Márcio Luiz Alves. Isto me fez pensar...

Poxa, se o diretor é major, e o serviço se chama Defesa Civil, temos aqui uma baita contradição, não é mesmo? Como pode um serviço ter Civil no nome e ter como diretor alguém com patente militar?

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Zé Laia, o sem teto


Pobre Zé Laia, tiraram o pobre coitado de sua casa no meio do seu sono dos justos. Deixaram o coitado sem casa, mas como já me disseram: "mais vale amigo na praça, que dinheiro na conta."

Seu amigo Luís lhe garantiu casa, mas ele não sabia que Zé Laia a tomaria para si e a utilizaria como palanque para conseguir sua verdadeira casa de volta.

O mais engraçado ainda, é que nenhum de seus vizinhos reconhecem os novos donos da casa como verdadeiros donos, mas exigem que Zé Laia se decida como asilado, refugiado ou coisa parecida.

Como ele pode se declarar algo assim se todos o consideram dono de sua casa? Não consigo entender...